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Férias 2016 – Momentos de descontração

Sintonia total nos momentos de descontração

 Conversar, cantar, exercitar (quem não se lembra do taichi da melancia?)  e rir, rir muito, fazia com que os momentos entre um lugar e outro não fossem percebidos. Até dormíamos. Pouco. Na maior parte do tempo, estávamos fazendo alguma coisa juntos.

Nossa cantora oficial, a Sílvia, mais uma vez nos encantou e comandou a festa. Katia fazia a sua parte como locutora e se saiu muito bem. Quem queria, se arriscava e cantava junto com a Silvia. Quem não queria cantar, só ouvia ou participava pedindo músicas.  Que eu saiba, ninguém se sentiu incomodado.

A única exceção foi quando as “meninas” resolveram aproveitar um desses momentos para retocar as unhas. Chiadeira geral dos homens alérgicos à acetona. Isso não impediu nossa tarefa, mas tivemos que abreviar essa etapa para não causarmos transtorno para alguns.

Férias 2016 – Aniversariantes do mês

8 de junho – Aniversário do Walter.

Tímido, não queria que soubessem dessa data tão importante. Não deu para não comentar com os demais. Sem grandes comemorações, aparentemente foi um dia como outro qualquer. Aparentemente … posso apostar que foi muito diferente para ele. Afinal, não é sempre que se comemora aniversário do outro lado do mundo, fazendo o que gosta. Precisa de festa?

Parabéns, garoto!

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10 de junho – Meu Aniversário

Pela segunda vez comemoro essa data fazendo uma das coisas de que mais gosto – viajando. E o que é melhor……entre amigos. Foi um dia especial. Não teve festa nem grandes comemorações, mas teve o principal…. algo que guardo lá no fundo do coração….

Além disso, mais uma vez, por causa do fuso, tive um aniversário com muitas horas a mais. Ainda bem que foram só horas. rsrsrs 

Naquele dia eu escrevi assim:

Cada viagem é uma experiência única. Bons momentos, boas companhias, boa comida e lugares incríveis são ingredientes que, juntos, resultam nessa maravilha que é a vida seguindo seu curso.

Não dá para descrever os momentos de paz que eu sinto quando rimos das nossas besteiras, quando cantamos juntos e quando vivemos cada momento.

Hoje é um dia especial para mim porque é meu aniversário. Mais uma vez passo com amigos queridos, num lugar que estou vendo pela primeira vez. Que privilégio!

Como não agradecer esse presente do Papai do Céu?

Amo muito tudo isso. Para mim, representa vida, liberdade e prazer.

Tenho certeza de que um dia, se em algum momento a tristeza bater à minha porta, vou lembrar que é apenas um momento, que já vivi outros maravilhosos. Vou lembrar, principalmente, que a felicidade existe e que eu posso ser feliz. Só depende de mim.

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Férias 2016 – Japão -Pequenos detalhes

Vimos por lá

Algumas vezes esquisitices para nós, comuns para eles, a cada dia descobríamos uma coisa diferente. Impossível lembrar de todas, até porque há muitas que vemos e que não sabemos o que é nem para que serve. Sem falar e ler japonês, tenho certeza de que perdemos não digo o melhor da história, mas boa parte dela. Infelizmente, é assim. Só que, como nem tudo depende da língua, descobrimos coisas dignas de serem colocadas em almanaques. kkkk

Cotonete com coçador de ouvido. Conhece? Pois bem, existe e é muito incômodo coçar o ouvido com ele.

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Palito de dente com suporte. É só quebrar a pontinha e colocar o palito para descansar. Já é feio usar palito…. conservar o usado, então….

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Casquinha de sorvete com borda aparadora de pingos. Uma beleza! Mãos meladas nunca mais. Lá, pelo menos!

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Touca para proteger roupa. Em todas as lojas, ao provar uma roupa, ganhamos uma touca que serve para não deixarmos marcas de pó nem de batom na roupa. São higiênicas.

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Vasos sanitários de todos os modelos e sempre muito confortáveis, até com musiquinhas para abafar sons especiais (dá para imaginar quais são, não é?). Tem por lá, mas o preço é bem salgado.

Banheiro oriental – no lugar de vaso sanitário, um buraco. Não um buraco qualquer. Difícil descrever. Fácil de entender e de usar quando se vê.

Instruções para agir em caso de terremoto. Em todos os lugares, escritas em japonês e inglês. Sabe o que isso significa? Muitos terremotos por lá. Ainda bem que não vimos nenhum… por pouco. Quando aconteceu, tínhamos acabado de sair do lugar.

Marimo – uma alga em formato de bola, verde.  – existe em três lugares no mundo. Tivemos o privilégio de passar por um deles.

Detalhe interessante: o quimono deve ser vestido com a parte direita sobre o corpo e então sobreposta com a parte esquerda. A parte direita sobre a esquerda é usada apenas para os mortos.

Yukata, roupa apropriada para se dirigir a um onsen (fonte de águas termais naturais). Yukata é um quimono casual. Seu nome vem da palavra yu (banheira) e katabira (roupa de baixo), ou seja, roupa de banho. Tal vestimenta é usada tanto por homens, mulheres e crianças.

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Sabe o que é pensar em tudo, tudo mesmo? Acho que os registros abaixo mostram o respeito ao consumidor. No restaurante The Brasserie, em Osaka, cada prato servido possui o nome em Japonês e em Inglês. Como se não bastasse, cada ingrediente usado no preparo está devidamente registrado por meio de desenho. Dá para falar que não houve comunicação? Claro que não é assim em todos os lugares… afinal, perfeição não existe, mas não deixa de ser um grande exemplo. Ainda assim, insisto na pergunta: does it have onions? Precisa? Coisa de brasileiro!

Férias 2016 – Cenas do cotidiano

Cenas do cotidiano

Antes de falar um pouquinho sobre os locais por onde passamos, acho interessante mostrar alguns aspectos que observamos e que nos chamaram a atenção porque os japoneses imprimem a sua marca numa situação que é absolutamente rotineira em qualquer lugar.

Em Tokyo, tanto no burburinho de Shinjuku, quanto na calmaria que reina em algumas ruas, não deixamos de observar a obediência às regras de trânsito para carros e ciclistas. Semáforo foi feito para ser respeitado e os pedestres sabem disso. Quando algum desavisado tenta invadir a pista do ciclista, sempre há um guarda de plantão para lembrá-lo da infração.

Lá, idade não é problema. Vimos muitos idosos trabalhando. Se por opção ou necessidade, não sei. Parece que eles não são marginalizados por causa da idade

Como em todos os lugares, o celular domina a cena. Impressionante!

Durante um jantar, vivi um momento hilário com uma japonesa. Queríamos adoçante e ninguém tinha conseguido se fazer entender. Fui arriscar uma última tentativa. Depois de mímicas e muita conversa desencontrada, ela entendeu e comemorou tão efusivamente que eu entrei na brincadeira, o que resultou nas fotos abaixo. Elas não representam nada perto do que foi….Que sensação gostosa interagir dessa forma! Momentos como esses já valem a viagem.

 

Em Kyoto, vivemos algumas experiências interessantes como fazer um curso de doces e alugar a veste tradicional deles para termos nosso dia de Gueixa (as mulheres) e de Samurai (os homens). Ainda que não tenhamos nos caracterizado totalmente, não tínhamos tempo para isso, valeu passar o dia com o traje típico. Isso nos aproximou muito dos japoneses. Acho que eles se sentiram homenageados pelo grupo de ocidentais que desfilavam pela cidade rindo, tentando andar com aqueles chinelinhos nada confortáveis. Enfim, fizemos o possível para não decepcioná-los e nos divertimos bastante.

Não fizemos feio no curso de doces. Impossível chegar perto da performance deles, mas tentamos. Podemos dizer que lembraram o modelo. Valeu a experiência!

Férias 2016 – Japão – Gastronomia

Gastronomia

A gastronomia japonesa é riquíssima e cara. Um melão pode ser um presente. Uma manga também. É comum vermos frutas apresentadas em caixas para presente para serem ofertadas a clientes ou amigos. Em lojas gourmet, um cacho de uva pode passar de 200 dólares. Uma pechincha!!!!

Tudo lá é muito bem apresentado. Bolachas, balas e muitas outras coisas são embaladas individualmente. As caixas são decoradas e acomodam o conteúdo de forma a preservá-lo.

Nos restaurantes, a variedade impressiona. Para quem gosta da culinária japonesa, é um deleite participar de uma refeição típica.

Confesso que não é o meu forte, mas não deixo de admirar tamanha competência na arte culinária. Sim…. muitas vezes, uma verdadeira obra de arte.

Hokkaido é um caso à parte. Parte da sua gastronomia atrai até mesmo aqueles que, como eu, não são fãs da comida japonesa. Em Hokkaido, algumas convicções mudam de figura. Em cada parada que fizemos, uma nova descoberta. Não dá para descrever o sabor do milho, do melão, do aspargo, do sorvete, do chocolate, do cookie e de todas as guloseimas feitas de algas. Algas! Detestava antes de experimentar os salgadinhos feitos com elas.

Nos restaurantes por onde passamos, o pessoal também se deliciou com tudo que foi servido. Confesso que não consigo gostar quando a comida é muito típica. Elas rendem fotos belíssimas, mas o sabor… para mim…. não dá.

Comi bem em muitos lugares, não posso me queixar, principalmente em Hokkaido, cuja gastronomia prima por produtos frescos, bem ao sabor ocidental.

De todos os restaurantes por onde passamos, vale registrar, com detalhes, aquele que mais deixou saudade. Foi um almoço que fizemos num pequeno hotel perto de Biei, com apenas 5 quartos, o Bi-Blé Hotel. Para visitantes, o restaurante serve apenas almoço ou jantar. O café da manhã é restrito aos hóspedes.

O restaurante tem o mesmo nome do hotel – Bi-Blé Restaurant. Nós tivemos o prazer de almoçar lá. Nunca tomei uma sopa creme de milho tão gostosa. Não fica atrás o pão de batata, servido embrulhado num guardanapo. O hotel possui uma padaria, cujos pães agradam a todos os nossos sentidos e o restaurante serve produtos frescos, de acordo com a estação, colhidos nos seus campos. Tivemos a sorte de passar por lá no auge da produção de aspargo e de milho. Indescritível o sabor de ambos. Foram servidos muitos pratos, em pequenas porções, de modo que pudemos degustar verdadeiras delícias produzidas no local. Um banquete que recomento a quem tiver a oportunidade de passar por lá.

Quer saber mais?

http://www.japan-guide.com/chottozeitaku/160609.html

http://bi-ble.jp/

Férias 2016 – Japão – Religião

Religião

Religião, crenças e costumes nos ajudam a compreender o que é a identidade cultural de um país.

No Japão, a religião é muito forte e conhecê-la um pouco nos ajuda a entender a representação de cada templo ou santuário.

Evidentemente, em tão poucos dias não iríamos nos aprofundar muito nem tivemos tempo para conhecer todos. No entanto, somado àquilo que já sabíamos, deu para conhecer um pouquinho sobre cada lugar por onde passamos, para tentar compreender o que significam para o povo.

A seguir, um pouco das muitas informações que existem na internet.

Templos e seus significados

Falar sobre os templos não é uma missão muito fácil. As principais religiões no Japão são o xintoísmo, o budismo e o cristianismo.

Assim, em muitos deles podemos seguir as tradições locais e exercitar nossa fé por meio de orações, pedidos e ações.

Diferenças entre Templos e Santuários Japoneses

O budismo e xintoísmo são as duas religiões mais proeminentes no Japão e o mais interessante é a forma como essas duas religiões se fundem na cultura japonesa. Por causa disso, temos um pouco de dificuldade de diferenciar uma da outra.

Um Templo Budista no Japão é chamado de Otera, enquanto que um Santuário Xintoísta é chamado no Japão de Jinja .

Como praticar o “Omairi”, nome dado ao ritual de oração realizado nos templos e santuários, é também um pouco diferente um do outro.

Xintoísmo

O xintoísmo caracteriza-se pelo culto à natureza, aos ancestrais e, pelo seu politeísmo, com uma forte ênfase na pureza espiritual. Tem, como uma de suas práticas, honrar e celebrar a existência de Kami, que pode ser definido como “espírito”, “essência” ou “divindade”, geralmente associado a elementos naturais como montanhas, rios, rochas, vento etc.

Shinto é a única religião (ou prática espiritual) que pode ser considerada genuinamente japonesa e significa “Caminho dos deuses”. Em sua concepção, tudo no universo é divino, interligado e interdependente. Assim, não só os seres vivos, mas todos os elementos, visíveis e invisíveis da natureza, coexistem em harmonia, pois teriam se originado da mesma fonte.

Características de um Santuário Xintoísta

Normalmente, um Santuário, ou seja, “Jinja”, tem um torii na entrada, aquele portal de madeira, na maioria das vezes pintado de vermelho. Ele indica que a área dentro do portal é um espaço sagrado. Outra característica é que o nome de cada santuário é acompanhado pela palavra Jinja.

Quando se trata de um Santuário ligado à Família Imperial Japonesa, o nome é acompanhado por Jingu, ao invés de Jinja. Como exemplo, podemos citar os Santuários Yashiro, Miya, Hokura, Taisha, entre outros.

Muitos templos xintoístas são ornamentados com o Shimenawa, cordas de palha de arroz trançadas, enfeitadas com dobraduras de papel em forma de raio (shidê). E, como a Natureza exerce um papel fundamental no xintoísmo, os santuários shinto são rodeados por muitas árvores (Jinja no mori).

Rituais Xintoístas

O caminho entre o Torii e o Santuário é chamado de Sando (caminho de aproximação). Segundo a crença Shinto, esse percurso serve para relaxar e acalmar a mente dos visitantes. Chegando ao Santuário, vemos um Temizu-sha (fonte de purificação). É uma espécie de casinha com telhado que, embaixo, tem uma bacia de pedra com água e conchas de metal com cabo de madeira.

Ali, podemos fazer um ritual de purificação para limpar nosso espírito das coisas mundanas, que consiste em lavar as mãos com a ajuda das conchas da fonte e colocar um pouco de água nas mãos para enxaguar a boca. Não se pode beber a água nem levar a concha até a boca. A água serve apenas para nos livrar das impurezas.

Ao visitar um santuário xintoísta, é importante conhecer como proceder nesse local tão sagrado para os japoneses. Além disso, esse conhecimento enriquecerá ainda mais a experiência nesses locais.

Após praticar o ritual Temizu, devemos nos dirigir ao altar do santuário principal, o Shaden. É neste local que será realizado o Omairi, uma espécie de culto religioso ou ritual de respeito por estar em um lugar sagrado. Em frente ao altar, tocamos o sino, ofertamos moedas, fazemos reverência e uma oração pedindo proteção e sorte na nossa caminhada.

http://www.japan-guide.com/e/e2059.html

Budismo

O budismo nasceu na Índia, um país tradicionalmente hindu. Seu fundador se chamava Sidarta Gautama, conhecido como Buda.

Buda não é um nome, mas um título. Quer dizer simplesmente “o iluminado”, aquele que alcançou a iluminação.

Buda pregou sua doutrina na Índia durante 45 anos. Só mais tarde o budismo chegou a países como China, Japão, Tailândia, Coreia e outras regiões da Ásia.

O budismo não possui deuses e é uma das religiões com maior número de adeptos no mundo, atrás somente do cristianismo, islamismo e hinduísmo.

Os budistas pregam que o ser humano está condenado a reencarnar repetidamente e a passar pelas dores e sofrimentos do mundo material. O que ele faz nessa vida pode refletir nas suas sucessivas vidas futuras. É o chamado carma.

Os budistas pregam que os maus podem voltar para a Terra na aparência de um vegetal ou animal inferior. Os bons retornam melhores, em escalas mais elevadas da evolução.

Acredita-se que Buda tenha nascido 547 vezes, antes de atingir a chamada iluminação.

Na concepção do budismo, os bens materiais e os prazeres da carne podem afastar o ser humano do caminho da iluminação.

Existe uma simpatia (por sinal, muito difundida no Brasil) que é mais ou menos assim: ponha a imagem de Buda – ou de uma divindade budista – em um pires e de costas para a porta. Deposite algumas moedas no pires e aguarde o Buda atrair a boa sorte e a fortuna.

Características de um Templo Budista

 Se o Torii é considerado um dos maiores símbolos de um Santuário Xintoísta, podemos dizer que o “Pagode” é um dos maiores símbolos de um “Otera” (Templo Budista). Pagode é aquela estrutura oriental semelhante a uma torre de vários níveis e que fica sempre próximo dos grandes templos budistas.

Embora não tenha o Torii, a maioria dos templos budistas tem também seus portões de entrada. Cada um deles tem um nome, seguido do sufixo “mon”. No caso do templo budista Sensoji, por exemplo, o seu belo e suntuoso portão chama-se Kaminari-mon.

Uma das características dos templos está no seu nome que sempre é acompanhado pelo sufixo “dera” (Ex: Templo Kiyomizu-dera) ou “ji” (Ex: Templo Todai-ji). Ao contrário dos santuários que cultuam vários deuses, os templos budistas estão centrados em torno do Buda ou Hotokesama, como ele também é chamado.

Outra característica marcante de alguns templos budistas são os detalhes decorados em ouro e o Manji, um símbolo da suástica budista.

Rituais Budistas

Sempre que for entrar em um templo, deve-se tirar os sapatos. O ritual de oração em um templo budista japonês é realizado de maneira mais discreta. Normalmente o visitante acende um osenko (incenso) em um incensário, faz a oração e depois apaga as chamas abanando com as mãos.

Dizem, ainda, que a fumaça criada pela queima do incenso tem propriedades curativas. Por essa razão, é comum vermos pessoas com algum problema de saúde ou com algum tipo de dor, abanar a fumaça de modo que ela se aproxime da região afetada pela dor ou pelo problema de saúde.

http://www.japan-guide.com/e/e2058.html

http://www.maiscuriosidade.com.br/12-informacoes-curiosas-sobre-o-budismo/ http://www.japaoemfoco.com/temizu-e-omairi-rituais-realizados-nos-santuarios-xintoistas/

Férias 2016 – Japão

Japão

Estar no Japão pela segunda vez só reforçou a minha certeza de que é uma viagem que vale a pena fazer pela oportunidade saborear, ainda que por alguns dias, a cultura daquele país. Visitamos as duas principais ilhas – Honshu e Hokkaido.

Honshu é a maior ilha do arquipélago japonês. Nela existem grandes metrópoles, lugares simpáticos, tranquilos e parques nacionais. Dessa vez, passamos por três grandes cidades: Tokyo, Kyoto e Osaka.

Ficamos a maior parte do nosso tempo na ilha de Hokkaido.

Hokkaido é a segunda maior ilha do arquipélago japonês só perdendo para Honshu e é uma das prefeituras do Japão.

 Suas principais cidades são Sapporo (capital), Obihiro, Otaru, Asahikawa, Kitami e Kushiro.

Hokkaido é banhada ao norte e a leste pelo mar de Okhotsk, ao sul pelo oceano Pacífico e a oeste pelo mar do Japão. E nós tivemos a oportunidade de ir a todas essas extremidades. Oceano Pacífico – Kushiro. Mar de Okhotsk – Abashiri e Mar do Japão – Otaru.

A ilha está dividida em quatro partes, a saber:

Rota oriental  – Abashiri, Shiretoko, Akanko, Kussharoko (Lake Kussharo), Mashuko , Kushiro, Obihiro e Tokachigawa.

Circuito meridional – Hakodate , Yunokawa, Noboribetsu e Touyako

Central Circuit – Sapporo, Otaru, Jozankei, Shikotsuko, Furano, Biei, Asahikawa e Sounkyo

Circuito setentrional – Wakkanai

 De certa forma, passamos por três, das quatro partes, porque todos os lugares são relativamente perto e contam com atrações imperdíveis. No mesmo dia dá para conhecer muitas delas e passar por diversos lugares.

A parada para dormir nem sempre fica num centro urbano. Nos arredores, encontramos excelentes hotéis que proporcionam, além de uma bela noite de descanso, alimentação e deliciosos banhos de imersão em um Onsen, termo japonês para águas termais, sempre acima de 25º. O Japão possui milhares de fontes termais e muitos hotéis oferecem essa maravilha.

http://www.japaoinfotur.org/pdf/O_japao_completo_print.pdf

Férias 2016 – São Paulo -Honshu – Tokyo – de 02 a 04 de junho

02 a 04/06/2016 – Retrospectiva

A seguir, um passeio pelos lugares por onde passamos, por ordem cronológica. Como tudo é muito perto e a ideia é aproveitar cada minuto, foram muitos os locais visitados em tão pouco tempo. Afinal, ir para o outro lado do mundo não é uma coisa que se faz todos os dias.

Em cada lugar, tivemos a oportunidade de ver o que tinha a oferecer, saborear o que tinha para ser degustado (xô dieta!!!), registrar nossa passagem (sempre!!!!) e, talvez o mais importante, guardar no fundo do coração a experiência vivida. Tenho certeza de que mais tarde… lá na frente, quem sabe, esses momentos servirão de alento porque saberemos que passamos pela vida e…. vivemos. E é isso que vale!

Fomos para o aeroporto de Guarulhos por volta das 21h do dia 02 de junho para embarcarmos na primeira hora do dia 3. Depois de quase trinta horas, algumas turbulências, muita comida e bebida, além das frutas, chocolates, sucos etc que ficaram à nossa disposição durante a viagem, uma parada em Dubai, porque fomos pela Emirates, chegamos ao Japão. Terra firme! Que alívio! Enfim estávamos no aeroporto de Narita, Tokyo.

Após os trâmites legais, encontramos nosso guia, trocamos dólares pela moeda local e fomos para o hotel.

Ficamos hospedados em Shinjuku para conhecermos um dos lugares mais movimentados da cidade. Logo que chegamos, sentimos aquela sensação gostosa de estarmos no meio do real burburinho da cidade. Incrível ver tanta gente junta esperando a abertura do semáforo. Só vendo para comprovar o que as fotos mostram e as reportagens informam.

Nosso hotel estava muito próximo do movimento, das estações de trem e de metrô, dos restaurantes e do comércio. Se por um lado vivemos a experiência de estarmos no coração da agitação, por outro tivemos que nos contentar com quartos pequenos, como ocorre em quase todas as cidades grandes, onde o metro quadrado é disputadíssimo.

Assim que chegamos, deixamos nossa bagagem no hotel e saímos. Para que perder tempo? Além disso, estávamos com fome. O cansaço de quase trinta horas de viagem não nos venceu e fomos para a rua procurar um lugar para comer. Dificílima tarefa! Como escolher entre tantas opções? Fizemos isso de forma aleatória e deu certo. Bingo! Depois do jantar, passeamos um pouco até que fomos vencidos pelo cansaço. Afinal, ninguém é de ferro!

Ficamos pouco em Shinjuku, mas valeu porque vimos um lado muito interessante de Tokyo.     

https://www.airbnb.com.br/locations/tokyo/shinjuku