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Férias 2016 – Honshu – Tokyo – Imperial Palace – Almoço- 05 de junho

05/06/2016 – domingo

Iniciamos nosso passeio do dia pelo Palácio Imperial.

Nada mais apropriado, uma vez que a família imperial é a representação máxima do poder da nação japonesa. Não é possível fazer visita interior, mas dá para ver o palácio e o seu entorno.

http://www.japan-guide.com/e/e3017.html

 

Em seguida, fomos almoçar e foi aí que tivemos contato com a cultura japonesa das ruas.

Regras de trânsito e de estacionamento de carros e de bicicletas, muito comuns por lá, mercadinho de bairro, comida típica, enfim, um pouquinho da vida como ela é no Japão, aos olhos de um turista.

Foi o nosso primeiro gostinho desse outro lado do mundo.

Férias 2016 -Honshu – Tokyo – Senso-ji Temple – 05 de junho

 

05/06/2016 – domingo

O Templo Senso-ji é um dos símbolos que representa a religiosidade do povo nipônico.

Ele é o mais antigo de Tokyo. Conhecido pelos japoneses como Asakusa Kannon, recebe cerca de 30 milhões de visitantes por ano.

Entre os muitos Budas, Bodhisattva Kannon é conhecido como aquele que mais entende os sofrimentos dos seres humanos e responde às preces com grande benevolência. Ele é a principal imagem do Templo Senso-ji e tem sido reconhecido pelos seus benefícios e milagres, protegendo as pessoas desde seu aparecimento no mundo, há cerca de 1.400 anos.

Como ser beneficiado por suas bênçãos? Rezando. No Hall principal, coloque as mãos em posição de reza budista e diga o seguinte mantra “Namu Kanzeon Bosatsu”  (Eu coloco minha confiança em Bodhisattva Kannon).

Curiosidade – Perto dele há uma rua chamada Nakamise que oferece oportunidade de o turista conhecer comidas e artigos típicos do país. Imperdível!

http://ideiasnamala.com/2011/09/24/toquio-conheca-o-asakusa-o-mais-antigo-templo-budista-da-cidade/

http://www.senso-ji.jp/about/index_e.html

 

Férias 2016 – Honshu -Tokyo – Skytree – 05 de junho

05/06/2016 – domingo

 O velho e o novo.

Numa metrópole como Tokyo, eles convivem em harmonia e quem lucra somos nós, que atravessamos milênios em poucas horas.

A Tokyo Skytree é uma das maiores atrações modernas da cidade. Vale colocar aqui um pouco do que ela representa. Segue um trecho da sua história. Texto retirado da internet.

“O Japão que renasceu (literalmente) das cinzas da II Guerra Mundial era uma sociedade que precisava urgentemente se modernizar para acompanhar o ritmo de países europeus e dos EUA. Os dois grandes símbolos dessa fase foram os Jogos Olímpicos de 1964 e a Tokyo Tower, a gigantesca estrutura de transmissão de TV inspirada na Torre Eiffel e inaugurada em 1958. Símbolo da cidade e ponto vital nas comunicações, tornou-se obsoleta com o fim da era da TV analógica no Japão, em 2011.

Para substituí-la, os japoneses construíram a colossal Tokyo Skytree, a segunda maior estrutura do planeta depois do Burj Khalifa de Dubai. Ela forma uma enorme sombra sobre o bairro de Musashi com seus 634 metros de altura (uma das formas de se pronunciar o número 634 em japonês é exatamente mu-sa-shi). Utilizada por uma série de companhias de telecomunicação como rádios, serviços de internet e um consórcio de canais de televisão – incluindo a poderosa NHK, ela tem plataformas de observação a 350 e 450 metros de altura.

Triangular em sua base e circular em sua ponta, é um feito da engenharia em um país frequentemente vitimado por violentos tremores”.

Dela, temos uma visão espetacular da cidade de Tokyo.

Entretanto, não é um lugar muito amigável para quem tem ou está com algum problema de locomoção, por menor que seja. Muitos trechos são feitos por meio de elevadores. Outros não. Nesses casos, apesar de haver elevadores para quem precisa, eles ficam restritos a quem está com dificuldade, o que distancia a pessoa do grupo e causa apreensão por causa da barreira da língua. O lugar é muito grande e é muito fácil se “perder” ou perder o grupo de vista. Tivemos esse problema e isso causou um stress desnecessário, na minha opinião. Se mantivessem o grupo unido, nada teria acontecido.

Fica a dica para quem quiser fazer a visita.

Em não havendo problema para subir e descer muiiiitas escadas…tudo corre às mil maravilhas e vale a pena ir.

 – http://viajeaqui.abril.com.br/estabelecimentos/japao-toquio-atracao-tokyo-sky-tree

 

Férias 2016 – Honshu – Tokyo – Ginza – 05 de junho

05/06/2016 – domingo

Não podíamos deixar de ir a Ginza, um lugar que merece destaque e a visita.

É o bairro mais famoso de Tokyo por seu comércio de luxo e entretenimento. Sua rua principal, Chuo Dori , é fechada para os carros uma parte do dia, nos fins de semana. Uma tranquilidade para passear e curtir um pouco de calmaria numa cidade tão frenética em alguns pontos. Pelo menos, foi assim que a vimos no período em que lá estivemos, um domingo à tarde.

Cada um explorou a rua como quis, já que possui shoppings e um comércio de encher os olhos.

Depois disso, tivemos a certeza de que um domingo pode, sim, ser movimentado e intenso. E muito bom, também!

http://www.japan-guide.com/e/e3005.html

Férias 2016 – Honshu – Tokyo – Hokkaido -Hakodate – 06 de junho

06/06/2016 – segunda-feira

Assim que acordamos, saímos de Tokyo com destino a Hokkaido. Depois de 1h de voo chegamos a Hakodate.

 

Hakodate, um dos pontos turísticos de Hokkaido, é uma cidade portuária, conhecida por sua esplêndida vista panorâmica noturna. Não ficam atrás a fortaleza Goryokaku, em forma de estrela, uma das atrações principais da cidade, e o maravilhoso Monte Hakodate.

A cidade de Hakodate está localizada ao sul de Hokkaido. Tem uma população de cerca de 270.000 habitantes e é a terceira maior cidade da província de Hokkaido, atrás de Sapporo e Asahikawa. Hakodate mantém uma temperatura de cerca de 10˚C durante todo o ano e entre -2˚C e 3˚C em janeiro e fevereiro.

É uma cidade muito rica em turismo. Não fomos em maio, época da florada das cerejeiras. No entanto, nos apaixonamos pelo pôr do sol do Monte Hakodate.

 http://www.hakodate.travel/en/things-to-do/

Férias 2016 – Hokkaido – Hakodate – Trappistine Shudoin – 06 de junho

06/06/2016 – segunda-feira

Nossa primeira parada em Hokkaido foi em Trappistine Shudoin, o primeiro convento do Japão. Sua igreja foi reconstruída em 1927, uma combinação dos estilos Gótico e Romântico, que lembram os castelos europeus.

O prédio principal não é aberto ao público, mas há fotos do lugar e no jardim há estátuas de Maria Teresinha, Joana DArc, Arcanjo Miguel, entre outros. Há até uma simulação da caverna de Lourdes.

As freiras vivem enclausuradas e sobrevivem das famosas bolachas e doces que fabricam e que são vendidos na lojinha que há no complexo.

Destaques imperdíveis nesse lugar bonito e calmo são as flores, belíssimas, e o sorvete, delicioso.

http://www.jnto.go.jp/eng/location/spot/shritemp/trappistine-convent.html

 

 

 

 

 

Férias 2016 – Hokkaido – Hakodate – Almoço – 06 de junho

06/06/2016 – segunda-feira         

Mesmo depois de tomarmos sorvete, comermos milho e outras coisas mais, paramos para almoçar num restaurante muito simpático.

Comida nada sofisticada, mas gostosa. Claro que nas paradas a diversão continuava.

Férias 2016 – Hokkaido – Hakodate – Goryokaku Tower Observatory – Monte Hakodate – 06 de junho

06/06/2016 – segunda-feira

Para ter uma visão geral da cidade, nada como subir em algum lugar. Da Torre do Observatório de Goryokaku pudemos ver o forte Goryokaku, que foi construído em 1866, em estilo europeu, que possui a forma de uma estrela de cinco pontas. O escritório do magistrado de Hakodate fica no seu interior. O parque de Goryokaku, onde ele fica, é famoso pelo período da florada das cerejeiras.

http://www.hakodate.travel/en/things-to-do/top7/goryokaku

 

 

Na sequência, fomos para um dos principais pontos turísticos de Hakodate, o Monte Hakodate. De lá, é possível ver a topografia única da cidade. É uma paisagem linda durante o dia, deslumbrante durante o pôr-do-sol e magnífica à noite. Impossível escolher uma delas. Dá vontade de ficar por lá, curtindo cada momento, como se fosse único. Na verdade, foi único porque, mesmo que eu volte, já será de outra forma.

Terminamos o dia vislumbrando aquela paisagem maravilhosa. Dali, fomos direto para o hotel para o hotel, sem maiores registros.