Férias 2017 – 20 e 21 de junho – Dubai

20 e 21-06-2017 – terça e quarta

Chegamos muito cedo e o transfer que havíamos contratado já estava nos esperando. Fomos recebidos pela equipe do Arabian Adventureshttps://www.arabian-adventures.com .

Fizemos todo o planejamento antes de embarcarmos para Myanmar e recebemos o visto poucos dias antes de chegarmos a Dubai.

Sem maiores problemas, saímos do aeroporto direto para o Sofitel Downtown Hotelhttps://www.accorhotels.com/pt/hotel-7492-sofitel-dubai-downtown/index.shtml .

Muito bom e bem localizado, o hotel proporcionou outros atrativos que nos fizeram esquecer a programação que tínhamos anteriormente e que foi preciso ser abortada por razões alheias à nossa vontade.

Por ser a segunda vez na cidade de Dubai e por estarmos a curta distância do maior shopping do mundo – Dubbai Mallhttps://thedubaimall.com/ – os dois dias passaram voando. Ainda assim, deu para aproveitarmos o finzinho das férias curtindo momentos gostosos. Shopping, passeios turísticos ou apenas andar sem compromisso foram as escolhas do grupo. Cada um decidiu pela melhor forma de passar aqueles dias.

Éramos 7. No primeiro dia, apenas eu não quis subir no Burj Khalifahttp://www.burjkhalifa.ae/en/index.aspx – Preferi andar pelo Shopping para conhecê-lo um pouco mais. Ele é tão grande que é impossível explorá-lo em dois dias. Tirei um para conhecer parte dele.

Depois da visita, alguns voltaram para o hotel e outros foram jantar e ver o show das águas dançantes. Como o Mall possui wi-fi, ficou muito fácil nos comunicarmos.

No dia seguinte, quatro foram para Abu Dhabi. Walter resolveu fazer o tour pela cidade e Sílvia e eu fomos explorar os mercados.

Que calor!!!!

Apesar disso, andamos muito pelo Gold Soukhttps://www.visitdubai.com/en/pois/the-gold-souk/?utm_source=google&utm_campaign=local_search&utm_medium=organic e adjacências. Fomos driblando o calor e conhecendo um pouco de cada coisa.

Também fizemos comprinhas. Não de ouro, claro. Peças bonitas, mas caríssimas. Descobrimos um centro atacadista de coisas para casa e nos divertimos por lá.

Não é um lugar para ficar muito tempo, principalmente em junho porque o calor é terrível. Além disso, estávamos no Ramadã e precisávamos respeitar os costumes locais.

“Ramadã é o nono mês do calendário islâmico, no qual se acredita que o profeta Maomé recebeu a revelação da parte de Alá (como os muçulmanos denominam o Deus Todo-Poderoso), dos primeiros versos do Alcorão.

O jejum do Ramadã é um dos cinco pilares da fé islâmica e é obrigatório para todos os seus seguidores. Trata-se de um tempo especial em que os muçulmanos se reúnem em oração e é considerado uma oportunidade especial para reviver, renovar e revigorar sua prática de fé.

A palavra Ramadã tem origem na palavra árabe “ramida” que significa “ser ardente”.

O jejum é feito por cerca de 29 dias entre o nascer e o pôr do sol. O dia começa com o suhoor, uma refeição feita ainda de madrugada, e termina com o iftar, a refeição que quebra o jejum do dia. É um momento de celebrar com a família e os amigos, ocasião em que pessoas de outras religiões podem ser convidadas a participar. Se alguém comer, beber ou tiver relações sexuais durante esse período, deverá alimentar 60 pobres ou jejuar por 60 dias.

….

Em muitos países do mundo muçulmano, não praticar o jejum ou comer na frente de alguém que está jejuando é uma falta grave.”

Em vista disso, ao ar livre não podíamos beber ou comer. Sede? Fome? Só em lugares fechados, longe dos olhos dos praticantes, em sinal de respeito.

Que alívio quando entramos no táxi que nos levou de volta ao hotel! Poucas vezes na vida fiquei tão feliz com um ar condicionado. Aquele pareceu nos levar ao paraíso, tamanho alívio que sentimos.

No final da tarde deu para aproveitar um pouquinho a piscina e à noite cada um fez o que quis.

Walter e eu optamos por jantar no hotel para descobrirmos o que estava acontecendo por lá. Tinha uma espécie de festa. Não entendemos bem. Por causa do Ramadã, eles comeram logo depois do fim do jejum e iriam voltar mais tarde. Tinha muita gente. Parecia ser uma festa de casamento onde podia entrar quem quisesse. Nos deram uma explicação que não fez muito sentido. O jantar foi razoável, eu diria. Valeu para conhecermos.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *