Bali – 21/07/2011

Bali – 21-07-2011

A parte da manhã foi livre para aproveitarmos o hotel. Depois do café da manhã – muito bom – cada um fez o que quis. Piscina e praia foram os programas preferidos porque o hotel fica na praia. Hoje deu para conhecê-lo. Realmente, confirmamos a primeira impressão.

Às 12h saímos direto para o almoço. Fomos ao Malioboro restaurante – http://bali.panduanwisata.id/restaurants/ayam-tulang-lunak-malioboro-di-kuta/ – comer um franguinho diferente. Eu nunca tinha ouvido falar que podíamos comer os ossos do frango. Não tem uma frase “comi até os ossos”? Pois bem, o de hoje faz valer isso literalmente. Nem tanto porque era bom e, sim, porque o osso era molinho, como se fosse um biju, prontinho para ser degustado. Quem quis, comeu. Sobre o osso não posso dizer nada, mas o frango estava bom.

Em seguida, fomos conhecer o café mais caro do mundo, segundo nossa guia. Deve ser verdade porque ela é uma pessoa muito competente, discreta, flexível, enfim, a melhor que tivemos na viagem.

Basicamente, a história do café é a seguinte: a seleção é rigorosa, são separados em grãos machos e fêmeas. Os maiores, em maior profusão, são fêmeas (lógico!!! até no café!) e mais baratos (sacola com 600 gr = 39 dólares – não sei se aí cabe algum preconceito. rsrsrs). Os machos são em menor quantidade e mais caros (sacola com 600 gr. = 88 dólares). Caro? O kilo do melhor custa nada mais, nada menos do que 2.200 dólares e é vendido em pacotes de 100 gr. com direito a certificado e caixa especial. Por que ele é tão especial? Porque é comido por um animalzinho selvagem parecido com um morcego e, depois de ficar cerca de 8 horas dentro dele, é expelido nas fezes. Aí começa o processo de seleção. Eles são separados em macho e fêmea e também são classificados de acordo com a qualidade do grão. Dizem que o fato de o café ficar dentro do animal o torna mais doce e saboroso. Que cocozinho caro!!!

Estávamos aflitos porque iríamos provar o café “mais caro”. Ainda bem que, por ser tão caro, só nos ofereceram os que estavam em promoção. Até agora, eu e a Sívia não sabemos se estamos decepcionadas ou aliviadas.

Em seguida, fomos até o Templo do Deus do Mar – Perlindungan Pura Tanah Lot. Que linguinha difícil! Ainda bem que muita gente se garante no inglês para haver comunicação, principalmente porque perto de cada templo tem um montão de lojinhas e eles não podem deixar de vender por causa da barreira da língua.

Saímos de lá direto para o restaurante Star Anise – http://www.staranisebali.com/ , para provarmos os 20 diferentes tipos de comida da Indonésia, com direito a um show de dança típica daqui. Foi muito bom.

Finalmente, uma passadinha no Mall – a despedida das lojinhas porque amanhã partiremos para Singapura. E não é que deu para comprar o “kobaiá”? Lindo! Registro – Silvia ficou sozinha e voltou de táxi. Que coragem! Ponto para ela. Parabéns, garota.

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