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Bali – 18/07/2011

18-07-2011

Por volta do meio dia chegamos a Bali. A guia local – Rohana – nos esperava com chapéu, água e um colar de flores naturais. Muito simpático da parte dela. Não deve ser fácil ser guia. Como agradar todo mundo?

Já vimos alguma coisa depois de passarmos no hotel para tomarmos banho e trocarmos de roupa. Fomos para o Uluwatu Temple – http://www.bali-indonesia.com/attractions/uluwatu-temple.htm, um lugar cheio de macaquinhos treinados para roubar os turistas. Roubar no bom sentido, é claro. Eles não podem ver nada de prender no cabelo e óculos. Pegam e destroem. Pegam, também, outras coisas. A Marília foi premiada pois ficou sem o macaquinho da Kippling e o brinco de pérolas. O outro lado da história – Acredita-se que os macaquinhos servem de guardiões do mal, para quem acredita. E o templo protege Bali dos maus espíritos do mar. Para entrar no templo, há necessidade de cobrir as pernas. Muito engraçado, todo mundo de saia colorida. Sem nenhuma expectativa com relação ao lugar, Bali está surpreendendo. O jantar foi na praia, segundo costumes locais. Como o pôr do sol é maravilhoso, a areia fica repleta de restaurantes que servem frutos do mar grelhados, principalmente. Muito bom!

E, para terminar o dia, fomos fazer massagem. Foram 2 horas de puro deleite. Só a Janete não fez. Ela não sabe o que perdeu. O preço dessa maravilha: 50 dólares. Inko Bali é o nome do local – http://baliwellnessguide.com/listings/inko-bali-spa/.

Estou tentando atualizar este blog sempre que dá. Só não estou conseguindo postar as fotos. Uma pena. Elas estão no Facebook.

Agora é só dormir!

Finalmente, as fotos!

 

Continuação da viagem _17/07/2011

17-07-2011

Depois do embarque, ficamos esperando para levantar voo porque o tempo estava muito ruim em Pequim e estava sem teto para pousar. Nossa programação ainda está em curso. De Qingdao viemos para Pequim. Estamos aqui no aeroporto desde as 7h. São 22h50 e ainda não embarcamos para Singapura. De lá iremos para Bali. A noite será no avião e está previsto chegarmos a Bali na hora do almoço. Essa é uma outra aventura, só que calculada. Ainda bem que aqui ninguém teve problemas na imigração. Para nossa “sorte” nem tentação tivemos porque as lojas fecharam assim que chegamos. Ainda bem que encontramos uma Pizza Hut e, finalmente, matamos a saudade do Brasil. Que delícia de pizza! Agora faltam 5 minutos para as 23h e vamos embarcar para Singapura. Detalhe esquecido por conta das circunstâncias: passamos pela maior ponte do mundo, inaugurada recentemente em Qingdao. É uma obra espetacular. Só não deu para passar sobre ela porque desviaria o nosso trajeto. Valeu!

Embarque para Singapura

Viajamos pela Singapore Airlines. Voo tranquilo. Chegamos às 6h e, como nosso outro embarque para Bali estava previsto para sair às 9h30, deu para tomar café, que não foi servido no avião e passear um pouco nas lojinhas do free shop. Que caro! Por incrível que pareça, produtos da Victoria Secrets são mais caros do que no Brasil. Pela amostra que tivemos, Singapura é uma cidade cara. Acho que estamos ganhando pouco. Parece que tudo ficou caro de repente. Antes, 100 dólares eram nossa referência diária. Agora, com os mesmos $100, pouco se faz. Não sei o que acontece. Para Bali, voamos com a Air China. Lindo avião – vermelho e preto. Duas horas e meia de voo e até o copo de água era cobrado. Coisa feia! Sentei na janela e sabem o que vi e fotografei? Um vulcão! Para nossa sorte, ele está quietinho.

Aventura não programada_17/07/2011

17-07-2011

Aventura no aeroporto de Qingdao

Hoje o dia foi reservado para viajar. Saímos do hotel e fomos direto almoçar antes de irmos para o aeroporto e eu quase fui vítima de uma aventura. Como o voo estava muito atrasado, resolvi renomear as fotos para publicar. Sentei com os colegas e não percebi quando eles se levantaram para embarcar. Faltando 10 minutos para o horário previsto, desliguei o computador e olhei em volta. O que vi? Só olhinhos puxados e nenhum sinal do grupo. Fui até o portão de embarque e, quando perguntei pelo número do voo, fui informada que o embarque já tinha sido feito. Como eu estava dentro do horário, não tive problema. Ficou a pergunta. E se eu não estivesse ligada? E se eu não soubesse falar inglês? É cada um por si e Deus para todos. Ainda bem que ele está sempre comigo. Preciso ficar mais esperta.

Qingdao_17/07/2011

Qingdao

As cidades na China sempre oferecem alguma novidade. Qingdao é uma cidade litorânea, relativamente nova e, segundo a guia, alguns templos que vimos não são antigos. São cópias dos originais. A história daqui já é mais moderna. Como foi dito antes, eles passaram pela dominação dos alemães. Daí a tradição de alguns hábitos, como a cerveja. Para nós, um local agradável para passar alguns dias. Embora a cidade receba muitos turistas, a comunicação é um pouco mais complicada.

No Shopping, eu tentei saber a que número de sapato masculino correspondia o número 255, única numeração registrada no sapato. Impossível. Ninguém soube dizer. No aeroporto, a comunicação em inglês com as vendedoras de uma loja não passou de palavras isoladas.

Assim mesmo, se a ideia é passar alguns dias sem muita necessidade de grandes entendimentos, Qingdao é um lugar recomendado. Apesar de ser verão, é quente sem exagero durante o dia e refresca um pouco à noite. Se a intenção for lazer, dá para caminhar e passear nos diversos shoppings existentes.

Compras por aqui só se for algo especial ou necessário. Os preços estão relativamente altos. No Shopping, diferente de Hong Kong, por exemplo, cujos preços altos se justificam porque as lojas são de grife – Armani, Prada etc. – aqui lojas comuns praticam preços altos. Pode ser que sejam grifes nacionais, não sei. Mas vale a pena vir.

Ficamos no Crowne Hotel. Excelente! Que café da manhã! Vai deixar saudade! Diferente da Korea, os chineses são muito receptivos e os hotéis muito melhores. Já os banheiros…. Segundo o João, nosso colega, deve ser problema estrutural. De modo geral, a coisa é grave. É preciso fechar os olhos. Melhor, colocar tampão no nariz e …. seja o que Deus quiser. Colocada na balança, a relação custo benefício compensa. Rsrsrs

Qingdao – 16/07/2011

16-07-2011

Depois do café da manhã, fomos passear pela cidade. Paramos na Montanha do Pequeno Peixe (Small Fish Hill – http://www.chinatravelpage.com/qingdao-xiaoyushan-park-little-fish-hill-park ), de onde vimos toda a cidade, inclusive o mar. Aliás, praia aqui é bastante diferente do que temos no Brasil – as pessoas vão de roupa ou com um traje que mais parece um conjuntinho – short e camisetinha.

Além disso, há outras diferenças significativas como o horário – das 9 às 17h30, de julho a setembro. Para entrar, é preciso pagar 2 Yuans.O banho deve ser tomado antes de ir e há lugar para trocar de roupa. Pessoas com problemas de saude só podem frequentar se estiverem acompanhadas e os trajes são short e blusa.

Depois fomos para o Museum of the Former German Governor’s Residence.

Hoje foi dia de casamentos. Segundo me informaram, para os chineses que não seguem o calendário solar, dia 16 de junho é dia da prosperidade, razão pela qual eles escolhem esse dia para casar.

Paramos para almoçar e depois fomos conhecer uma fábrica de cerveja muito famosa, Tsingtao, que foi fundada em 1903, por um alemão e um inglês – http://tsingtaobeer.com/. Além da visita, o pessoal tomou cerveja. Nem para registrar consegui engolir meu primeiro gole de cerveja. rsrsrs

Pois bem, finalmente nos levaram a um centro de compras igualzinho ao Shopping 25 de março. Vimos o berço dela. Sem tirar nem pôr. A única diferença é que aqui eles sabem que vão negociar e a prática de preço é mais alta. No final, paga-se uma pechincha. Só que carregar daqui o que se encontra no Brasil não dá, não é?

Jantamos perto do hotel. O jantar é sempre cedo e antes de voltarmos para o hotel.

Como a noite foi livre, uns foram fazer massagem nos pés – 80 minutos = 120 yuans = 30 reais. Outros preferiram passear no shopping ou fazer sauna no hotel.

Qingdao – China_15/07/2011

15-07-2011

Hoje o dia foi de viagem. Saímos do Niagara Hotel – http://www.niagarahotel.co.kr/kor/main/index.asp – de Seoul às 9h direto para o aeroporto. Ficamos algum tempo no free shop do Incheon, o aeroporto de lá, antes de embarcarmos para Qingdao, às 13h30. O voo saiu no horário e demorou cerca de 1h10. Por causa da diferença de fuso horário, chegamos praticamente na mesma hora que saímos de Seoul. Só que foi um parto sair do aeroporto. A imigração não queria deixar o nosso colega Darcy entrar de jeito nenhum. Nós percebíamos que estava acontecendo algo diferente mas não estávamos entendendo nada. Só sabíamos que havia apitado quando ele passou no detector. Além disso, vários seguranças perguntavam para um e para outro do nosso grupo de onde éramos, o que estávamos fazendo na China e outras tantas coisas mais. Quem sabia um pouco mais de inglês ajudava o outro na comunicação. Estava um clima estranho e só depois de mais de uma hora descobrimos que o Darcy estava com irradiação acima do normal, que foi detectada quando ele passou. Por causa do terremoto e do tsunami que ocorreram em março no Japão e da sua proximidade com a China, o controle está rigorosíssimo. Foi aí que entendemos a razão de tantas perguntas. Achamos que eles queriam saber se alguém entrava em contradição sobre a origem da viagem. Como o Tony fala mandarim, foi permitido que ele entrasse para ajudar. Eles se entenderam e o Darcy vai ter que enviar para eles os exames de contraste e a ressonância magnética que fez há 20 dias, causa da alta irradiação. Eles queriam que alguém do Brasil passasse um fax naquela hora com os exames e só liberaram porque seria impossível por causa do fuso.

Depois do sufoco, fomos para o Crowne Plaza – https://www.ihg.com/crowneplaza/hotels/us/en/qingdao/daoch/hoteldetail, nosso hotel em Qingdao. A parada foi rápida. Saímos em seguida para fazer o reconhecimento da cidade. Paramos para ver a Praça 4 de maio – http://www.china.org.cn/travel/qingdao/2010-08/16/content_20715857.htm – que tem a sua importância por causa de um fato histórico que aconteceu depois que terminou a guerra. Nesse dia, estudantes de Pequim se rebelaram para libertar Qingdao da dominação japonesa.

Como toda cidade litorânea, no verão, Qingdao tem o trânsito caótico, não anda. Além dos carros em excesso, os chineses fazem o que querem – um atravessa na frente do outro, semáforos não são respeitados etc. Já vimos esse filme antes. Vale qualquer coisa e ninguém anda.

Nossa guia, Esperança, nos deu algumas informações sobre a cidade – o salário mínimo vale o equivalente a R$500,00, o metro quadrado custa entre 4 e 10.000 dólares e a cidade possui 8.000.000 de habitantes. Foram muitas outras informações, mas nada relevante para ser relatada.

Ela só não disse como as coisas são caras por aqui. Parece um contrassenso terem um salário tão baixo e um custo de vida tão alto. Fomos até o Shopping depois do jantar (comida chinesa) e quase tudo o que perguntávamos custava entre 100 e 300 dólares em lojas comuns.

Detalhe – Facebook continua proibido aqui na China e também tive problemas para fazer pesquisa usando o Google.

Fotos, só depois. Faz três dias que estou tentando postar as fotos aqui no blog e não consigo visualizá-las. Se elas estiverem aparecendo, devem estar bagunçadas! rsrsrs

As fotos!!! Postadas no Brasil! rsrsrs

Korea_balanço_15/07/2011

Balanço geral

Nossa passagem pela Korea está acabando. Amanhã partiremos para Qingdao – China. Seoul deve ser uma cidade espetacular. Como é muito grande, conhecemos pouco. Parece que possuem qualidade de vida. É limpa, não vimos mendigos na rua e, segundo o guia, aqui só não trabalha quem não quer. O salário mínimo é de 1.200 dólares, mas é uma cidade cara.

Agora, os banheiros… merecem destaque – de modo geral são limpos e eles pensaram em tudo. Existe todo tipo de acessibilidade. Mãe com criança de colo tem como deixá-la numa cadeirinha ao lado dela, dentro do espaço para fazer as necessidades. Família possui espaço para todos os membros entrarem juntos. Criança tem o vaso de acordo com o seu tamanho e pessoas que, por ventura, tenham algum tipo de problema dentro do banheiro podem recorrer a um dispositivo de alarme para chamar o socorro. E ele vem porque eu não resisti e coloquei o dedinho lá para ver o que iria acontecer. Prontamente, duas mulheres uniformizadas apareceram do nada e eu paguei o maior mico porque não sabia como explicar que só estava curiosa. Disse apenas “Anhon Hateon”e saí de fininho. Ah! E por tudo isso a gente não paga nem tem que dar caixinha. Além disso, o papel higiênico deles é ótimo.

A passagem pela praça que possui a estátua e história do Rei Sejong – http://chosonkorea.org/index.php/people/kings/king-sejong-the-great – aquele que criou os ideogramas coreanos, nos fez lembrar que Seoul não se resume ao que disse acima. São apenas algumas considerações.

 

Korea_ Seoul -14/07/2011

14-07-2011 – Seoul

Chove lá fora. Pouco, mas nos impediu de ver o sol. Acho que é melhor porque não está muito quente.

Hoje a programação foi intensa. Fizemos muitas visitas e terminamos o dia num show. De início, visitamos o Palácio Presidencial, que é muito semelhante aos palácios da China. Por causa da dominação chinesa, eles fizeram uma cópia do que havia lá. Só não sei se foram os chineses que os construíram ou se os coreanos gostaram da dominação. Tem gente que gosta, não é? Depois paramos no Gyeongbokgung Palace – http://www.royalpalace.go.kr/html/eng/main/main.jsp, a antiga moradia do rei. A visitação é externa e só dá para ver os aposentos do rei, da rainha e alguns outros, como o escritório. Como todos, o rei tinha muitos privilégios.

Também passamos pelo museu da fotografia – Cheongwadae Sarangchae Exhibition Museum – http://english.visitseoul.net/attractions/Cheongwadae-Sarangchae_/5584?curPage=1 – e pela Praça King Sejong.

O almoço foi uma surpresa: Ossos do Dragão com batatas. Sabem o que é? Porco com batata feito no…… foguinho em cima da mesa. E eu comi. Muito. Dizem que o homem possui instinto de sobrevivência, não é? Podem acreditar.

A passagem pela loja de Ginseng rendeu. Foi uma festa! Pode ser bom, mas o preço… Em promoção, 225 dólares a caixinha com 120 cápsulas (em pó ou concentrado), o que dá um abastecimento por 4 meses. E se for bom? Aí a compra pode ser feita pela internet pagando os impostos brasileiros. Alguns colegas compraram. Vamos ver no que vai dar. Preferi comprar balas e chá, para não passar em branco.

Depois do Ginseng, fomos à loja de cosméticos. Mais uma farra. Até botox em creme nos foi oferecido e nós compramos. A ideia é fotografar o antes e o depois. Edely comprou Ginseng e eu e a Sílvia o Botox (Detox). Há quem diga que compramos gato por lebre. Vamos ver.

Depois, mais uma lojinha milagrosa. Problemas de fígado? São especialistas. Ganharam até prêmio do governo. E nós acreditamos.

Ainda sobrou um tempinho para passarmos no mercado antes do show. Pena que a bagagem é restrita. Acho que vai ser um problema mais tarde, ainda mais se aparecer algo milagroso para dissolver gordurinhas. Quem vai resistir?

Com o trânsito caótico – fim de tarde e chuva – mudamos o local do jantar para não perdermos o show. Comida chinesa foi a escolha do guia. Sem foguinho na mesa!

O show foi uma energia só. Interativo e animado. Valeu.