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Férias 2015 – Vietnã – Ninh Binh – 12 de junho

12/06/2015 – 6ª feira

Saímos do hotel às 9h com destino a Ninh Binh – http://www.vietnamonline.com/destination/ninh-binh.html .

Por volta das 11h30, chegamos a um lugar muito interessante no interior.

Como a proposta era almoçar numa casa local, um pouco distante dali, a turma se dividiu. Alguns se aventuraram de bicicleta e outros foram a pé, como eu, que não tive infância e não sei andar de bicicleta.

O almoço foi servido ao ar livre e, como sempre, a comida estava muito boa, especialmente para mim, que novamente fui atendida quando pedi sem cebola.

A volta foi de ônibus. No meio do caminho, visitamos a Bich Dong Pagoda – http://bichdongpagoda.visitwonders.com/en/activities-detail/bich-dong-pagoda-1-11-305.html – uma pagoda que possui três palácios em três níveis. É muito bonita e fica encravada em uma gruta, na encosta de um morro.

Em seguida, passamos pela reserva de Van Long – http://vanlongnaturereserve.visitwonders.com/en/activities-detail/van-long-nature-reserve-1-11-22.html e fizemos um passeio de barco por Tam Coc – http://tamcoc.visitwonders.com/en/activities-detail/tam-coc-1-11-21.html .

Tam Coc está localizado cerca de 90 km da cidade de Ninh Binh e é considerado um dos mais espetaculares locais de interesse do Vietnã. Tam Coc significa “três cavernas” – Caverna Ca (a primeira, maior), Caverna Giua (a segunda) e Caverna Cuoi (a menor). Uma visita a Tam Coc basicamente consiste num passeio de barco ao longo das torções e voltas do Rio Ngo Dong começando na aldeia de Van Long e prosseguindo por meio de uma paisagem dominada por campos de arroz e montanhas de karst.

Homens e mulheres remavam os barcos com as pernas. Eles carregavam lanternas para que, dentro das grutas, víssemos milhares de morcegos que existem ali (que medo!). Só que eles ficaram quietinhos, para nossa sorte. Eu e a Silvia curtimos o visual e aproveitamos o tempo para cantar. A Silvia canta muito bem e eu acompanho no lá, lá, lá, a maior parte das vezes.

Na volta, paramos 15 minutos para comprinhas e depois de 1 hora chegamos ao Emeralda Resort – http://www.emeraldaresort.com/ – que fica na reserva de Van Long. Um lugar lindo. Pena que foi só de passagem, por uma noite. Não deu para curtir as piscinas, o spa nem a beleza do lugar. Internet free só no lobby e no restaurante. Nenhum sinal nos quartos. Como o caminho até eles era quase um labirinto, pouco aproveitamos. Fomos dormir logo após o jantar, servido no próprio hotel.

Dormir cedo tem vantagens e desvantagens. Para mim e para muitos, o reflexo foi uma noite entrecortada entre dormir e acordar.

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Férias 2015 – Vietnã – Ha Long Bay – 13 de junho

13/06/2015 – sábado

Logo depois do café da manhã saímos com destino à baia de Halong, para um cruzeiro de uma noite. Uma viagem de 4 horas.

Durante o percurso, a música rolou solta. Silvia e Katia comandaram o show que contou com a participação do guia Lao, cantando em vietnamita, da Michiko e do Ami, que cantaram em japonês, e da Huang, que cantou em chinês. Os demais cantaram com a dupla, fizeram coro ou dormiram.

Eu não sabia se participava da folia ou escrevia o blog. Fiz um pouco de cada coisa. No caminho, paramos para conhecer o cultivo de ostras e a fabricação de colares, brincos etc.

Halong Pearl – http://www.360globe.net/vietnam/ha-long-bay/pearl-store.html é interessante para quem nunca viu esse tipo de lugar, mas nada diferente dos já vistos.

Quando chegamos à baia de Halong, um barquinho nos levou até o Indochina Sails – http://www.indochinasails.com/ , um navio especialmente reservado para nós.

Fomos recebidos com um drink feito com gengibre, nos acomodamos nos quartos e depois almoçamos.

Por volta das 16h fizemos um passeio de caiaque pela baía de Halong e conhecemos a Vila dos Pescadores. O visual da baía é belíssimo. Difícil traduzir em palavras o que vimos.

Uma hora depois estávamos de volta e nos preparamos para as outras atividades – Happy hour às 18h – curso de carving às 18h30 e jantar às 19h30.

O curso foi uma demonstração de esculturas feitas em frutas e verduras com facas.

O happy hour foi um “conto do vigário”. Até o soft drink oferecido como free foi cobrado e o amendoim… uma amostra, para quem ganhou. O buffet de frutos do mar servido no jantar estava muito bom.

Depois dele, como chovia, muitos foram para o quarto enquanto queimávamos as calorias do jantar, porque o Tony nos brindou com uma sessão de dança e o forró animou alguns da turma.

A internet do navio era propaganda enganosa. Estávamos conectados, mas não conseguíamos navegar.

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Férias 2015 – Vietnã – Ha long Bay – 14 de junho

14/06/2015 – domingo

As atividades começaram cedo. Às 6h30 tomamos um breve café. Depois a Sonia nos ensinou a fazer massagem, tivemos uma aula de Taichi e em seguida saímos para visitar a ilha Ti Top – http://www.halongbay.info/attraction/ti-top-island.html .

A subida até o topo da montanha, com seus 485 degraus, garantiu uma vista espetacular da baía de Halong, fotos belíssimas e a certeza de que estávamos queimando um pouco das muitas calorias ingeridas nos últimos dias.

Antes de voltarmos, alguns se aventuraram a entrar na água, apesar das muitas recomendações do guia sobre a possibilidade de haver merluza. Ninguém teve problema.

De volta ao navio, tomamos banho, entregamos nossa bagagem e fomos para o café da manhã. Às 10h, já em terra firme, fomos de ônibus para o aeroporto de Hanói, para pegarmos um voo que nos levaria a Siem Reap, Camboja.

No caminho, paramos para almoçar numa fazenda que fica em Yen Duc – http://halongmajesticcruise.com/yen-duc-village/ . Segundo o guia, são poucos os brasileiros que passam por lá.

Mais uma parada no caminho, numa fábrica de joias, para gastarmos nossos últimos dongs e, claro, alguns dólares também, já que, por se tratar de um lugar para turistas, nada era muito barato. Não compramos nada, mas ganhamos anéis, brindes da casa.

Perto das 16h chegamos ao aeroporto de Hanói. Ajeitamos as malas, fizemos check-in e entramos para o embarque. Nosso voo, programado para as 17h50, atrasou uma hora.

Decolamos às 18h30 pela Vietnam Airlines, com destino a Siem Reap, Camboja.

Às 21h chegamos ao hotel Victoria Angkor Resort &Spa – http://www.victoriahotels.asia/en/angkor , jantamos e cama.

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Férias 2015 – Camboja – Siem Reap – 15 de junho

15/06/2015 – 2ª feira

Siem Reap – Camboja. As atividades começaram cedo. Às 5h30 muitas pessoas já estavam acordadas para tomar café às 6h porque a saída estava programada para as 7h30.

A primeira parada foi no templo budista Wat Bo Pagode – http://www.globaltravelmate.com/asia/cambodia/siem-reap/siem-reap-pagodas/669-siem-reap-wat-bo.html. Participamos de uma cerimônia e recebemos as bênçãos dos monges, que oraram por nós, nos desejando a purificação do corpo e da mente.

Depois da cerimônia, o guia nos brindou com uma explicação sobre os princípios do budismo.

Segundo ele, a filosofia budista possui 4 verdades: 1 – O sofrimento existe – 2 – A raiz do sofrimento é a ignorância – 3 – Há maneiras e métodos para evitar o sofrimento e – 4 – Para conseguir evitar o sofrimento, devemos seguir os 8 caminhos da filosofia budista que são: ter a visão correta, ação correta, compreensão correta, palavra correta, vida correta, entendimento correto, esforço correto e meditação correta. Seguindo esses 8 caminhos, a pessoa liberta-se e pode chegar ao nível que se chama Nirvana, que é um estado sem sofrimento.

Depois disso, fomos a Bakong – http://www.tourismcambodia.com/travelguides/provinces/siem-reap/what-to-see/296_bakong-temple.htm – um dos locais mais antigos da região, que pertence ao grupo Roulous e é composto por 3 templos principais.

O primeiro, construído pelo Rei Indravarman I foi dedicado ao Lorde Shiva, quando os reis eram os líderes do lugar.

Vimos o templo Preah, o primeiro a ter seis torres Em suas paredes há muitas esculturas pequenas e ele também foi construído pelo Rei Indravarman I, em 879. Lolei, o terceiro templo do complexo, fica mais ao norte, cerca de 15km de Siem Reap, numa cidade chamada Harihara Laya. Foi construído em 893 pelo Rei Yasovarman, filho do Rei Indravarman I.

Em Angkor visitamos o Templo das Mulheres, o Banteary Srei, também dedicado ao Lorde Shiva. Foi construído por Yajnavaha, em 967, com pedras cor de rosa.

Nele há muitas esculturas chamadas de “Join de Art Khamer”. Khamer é o nome que se dá ao povo cambojano.

Sob um calor de quase 40 graus, paramos para almoçar no próprio complexo, num restaurante ao ar livre. Perto dele havia muitas tendas com artigos locais, quase todas com o mesmo produto. O que diferencia uma da outra é a negociação que se faz. Realmente, o preço varia muito e o poder da barganha também.

Visitas do dia concluídas, a melhor pedida foi parar numa casa de massagem, já programada no nosso roteiro.

Conhecemos a massagem cambojana e nos deliciamos com ela. Só não foi melhor porque a energia acabou 5 minutos depois de começada e só voltou 10 minutos antes do término.

Não foi muito cômodo para nós nem para as massagistas. Só que isso não diminuiu o prazer que uma boa massagem oferece.

Por fim, voltamos ao hotel e cada um fez o que quis até as 19h30, nosso habitual horário de jantar, para a “alegria” do Flávio.

Como ninguém quis sair, fizemos uma breve sessão de forró e de samba antes de dormirmos.

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Férias 2015 – Camboja – Siem Reap – 16 de junho

16/06/2015 – 3ª feira

Acabamos descobrindo que a melhor pedida para evitar o calor forte do dia e aproveitarmos melhor os passeios era acordar cedo.

Às 7h30 já estávamos a caminho de Angkor – http://whc.unesco.org/en/list/668 . Nosso meio de transporte foi o Tuk Tuk, uma espécie de táxi cambojano, que leva até 4 pessoas.

A primeira parada foi em Angkor Thom – http://colunas.revistaepoca.globo.com/viajologia/2012/12/31/angkor-thom/ , também chamado de “A grande cidade”, que possui vários templos.

Bayon é um dos maiores templos budistas do complexo Angkor e fica em Angkor Thom. Todas as suas torres possuem faces esculpidas.

Angkor Wat é o maior de todos. Foi construído no Séc. XII e é considerado o maior do mundo. Originalmente foi dedicado ao Deus Visnu, que era hinduísta . Depois virou um templo budista. Nele pudemos ver milhares de Apsaras esculpidas nas suas paredes.

Já Baphuon é um templo que fica ao norte de Bayon, foi construído no meio do Séc. XI, dedicado ao Deus Shiva.

Segundo o guia, vimos alguns dos principais templos do complexo. São mais de cem e não daria para ver todos porque demandaria um tempo que não tínhamos. Como são muito parecidos e construídos com a mesma finalidade, conhecer os principais já deu uma visão do que eles representam para a cultura local.

Não fosse essa a motivação, o calor seria. Quase 40º!

A parada no restaurante Khmer Wooden House – http://www.khmerwoodenhouse.com/ – para o almoço foi providencial. O menu foi composto por uma salada, uma sopa, um prato principal e sobremesa. Como sempre, foi muito bom.

Eles usam folhas do limoeiro e da laranjeira como tempero, o que confere um sabor especial à culinária local. Também usam muita cebola. Para minha sorte, muitos pratos são preparados na hora de servir e eles a tiravam para mim.

Ainda de Tuk Tuk, fomos conhecer o antigo Mosteiro Ta Prohm – http://www.tourismcambodia.com/attractions/angkor/ta-prohm.htm – mais conhecido como Mosteiro das Raízes ou Templo da Selva. São ramificações imensas sobre as pedras. Se por um lado o visual é belíssimo, por outro, é um transtorno para o governo porque destroem as casas e eles não sabem como resolver esse problema. Por enquanto, estão escorando como podem. No futuro…. Para nós, é um espetáculo aos olhos.

Depois dessa maratona e sob um calor fortíssimo, voltamos para o hotel.

O jantar foi no Crystal Angkor Restaurant – http://www.crystalangkor.com/ – que teve, além do menu local, show típico de dança Apsara, que celebra a era Angkoriana. Além da dança, a mensagem também é passada com os dedos das mãos. Os movimentos dos dedos podem simbolizar flores, buda, folhas etc.

Segundo o guia, o nome Camboja (Kambuja) é uma junção dos nomes de uma antiga mulher muito admirada chamada Kambusvayamphura e de uma Deusa chamada Apsaramera. Apsara é metade mulher, metade deusa e milhares de Apsaras foram escupidas nos templos de Siem Reap, principalmente no Templo Angkor Wat, como vimos.

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Férias 2015 – Camboja – Siem Reap – 17 de junho

17/06/2015 – 4ª feira

Saímos logo cedo, de ônibus, para conhecermos Kompong Khleang – http://www.tourismcambodia.com/travelguides/provinces/siem-reap/what-to-see/407_kompong-khleang.htm – uma vila de pescadores, cujas casas são flutuantes. De acordo com a época, elas podem estar entre 2 e 10 metros acima do nível da água.

Por todo o trajeto, à beira da estrada, vimos que quase todas as casas são construídas no alto (palafitas). Muito interessante o aproveitamento que fazem da parte de baixo das casas – colocam redes, usam como depósito de materiais etc. Segundo o guia, por causa do calor, é o lugar preferido dos moradores, o que justifica toda aquela parafernália embaixo da casa. Para entrar nelas, há escadas. Em muitas delas vimos, também, rampa de acesso.

Fomos nos deliciando com o que vimos pela estrada.

Pequenas piscinas chamaram a nossa atenção e paramos para ver como eram. São usadas para captura de grilos à noite. Eles são atraídos por um pano branco, que é colocado num varal, batem no pano e caem na água. No dia seguinte, os moradores colocam os grilos para secar, embalam e vendem por cerca de $2,5 o kg. Depois eles são fritos e comidos pela população. Bela fonte de proteína! Ainda bem que adoro carboidrato!

O arroz, feito no bambu e vendido à beira da estrada, foi uma iguaria que quisemos experimentar. Ele é colocado dentro do bambu com alguns grãos de feijão e depois é tampado e assado na brasa. O resultado é um arroz cozido. Não chega a ser imperdível (poderia ter mais tempero), mas é imperdível ver. São coisas que não são vistas em outro lugar por serem costumes locais. Isso tudo não tem preço.

Como as águas do lago estavam muito baixas no trecho que havíamos programado o embarque, tivemos que mudar o caminho. O guia nos informou que nesta época do ano o lago tem apenas meio metro de profundidade. De agosto a novembro, época da chuva, as águas sobem muito, encontram o rio Mekong e tudo muda. A navegação é outra, a profundidade também e o visual não é o mesmo. Depois as águas baixam porque escoam para o Tibet. Isso acontece porque há um nível diferente entre eles. O lago é mais alto do que o rio Mekong.

O almoço foi no caminho de ida. Fizemos um piquenique no barco. Valeu pelo lado pitoresco da coisa. Nesse trajeto, dois ajudantes do condutor do barco se ofereceram para nos fazer massagem e nós….. não resistimos, é claro!

Na vila, conhecemos uma casa flutuante, vimos parte de um crocodilo (ele estava embaixo da casa) e muito artesanato local.

Na volta, 14h, paramos num mercado para comprinhas. Como estava chovendo muito, aproveitamos pouco e resolvemos voltar para o hotel. Na verdade, não havia nada muito interessante nem diferente do que já tínhamos visto.

À noite, nosso jantar de despedida foi no Bopha Angkor Restaurant – http://www.tripadvisor.fr/Restaurant_Review-g297390-d1237662-Reviews-Bopha_Angkor_Restaurant-Siem_Reap_Siem_Reap_Province.html . A apresentação da comida é muito bonita e o cuidado com cada detalhe é admirável.

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Férias 2015 – Tailândia – Bangkok – 18 de junho

18/06/2015 – 5ª feira

Dia dedicado à viagem de ônibus do Camboja à Tailândia. Saímos às 7h40 do hotel e às 10h estávamos na fronteira.

Atravessá-la foi uma experiência única. Nossas malas foram numa espécie de charrete e nós atravessamos a pé, no meio do burburinho.

Depois dos procedimentos alfandegários, encontramos Pam, nossa guia. Como todos quiseram ir ao toillet antes de prosseguir viagem, ela teve que nos socorrer porque ainda não tínhamos dinheiro para pagar os 5 bath para entrarmos. Depois do pagamento, recebemos uma caixinha com papel higiênico. Interessante, porque a caixinha deve custar mais do que os simbólicos 5 bath que pagamos.

No Vietnã e no Camboja nunca pagamos. Também o papel higiênico não era garantido. Por isso, tínhamos o kit banheiro. Aliás, nessa viagem, precisávamos de vários kits – Kit templo, kit chuva, kit toillet, kit sol etc.

Logo de início nossa guia, numa tentativa de falar em espanhol, aproveitou para nos dar algumas informações e orientações sobre cuidados na cidade, roupa adequada para as visitas (kit templo – calça comprida ou saia longa e blusa com manga). Entendemos o que estava falando porque somos brasileiros e temos facilidade para isso. Ela pensava estar falando uma língua quando, na verdade, quase não se fazia entender. Muito simpática e competência….

Nosso hotel em Bangkok foi o Grand Millenium, muito bom – http://www.millenniumhotels.com/grandmillenniumsukhumvitbangkok/. No caminho, paramos para almoçar numa cidade chamada “Cha Yaen Sao” ou algo assim. Que coisa difícil! O restaurante, salvo engano, se chamava Singha Thai, comida típica. Segundo a guia, ela é muito picante, mas a nossa estava com pimenta reduzida. Dos quatro pratos servidos, dois não consegui comer por causa da cebola. Rsrsrs.

Pela amostra do restaurante, deu para ver que a comunicação não seria muito fácil. Eles não nos entendiam e nós não entendíamos nada do que estava escrito ou falavam, salvo as poucas coisas escritas em inglês. Aliás, os nomes são impronunciáveis e indecifráveis.

No caminho, notamos que os táxis são bastante coloridos. Tem até verde e amarelo. Já os Tuk Tuks são mais bem estruturados do que os do Camboja. Notamos, ou melhor, sentimos na pele, que não ia ser fácil nem para circular porque a cidade é completamente congestionada. Uma coisa absurda.

Às 16h30 chegamos ao hotel e fomos recebidos com um coquetel de boas-vindas. Muito simpático da parte deles.

Como tínhamos jantar e show naquele dia, às 17h30 estávamos prontos para sair do hotel. Com aquele trânsito caótico, foi providencial sair mais cedo para chegar a tempo.

Fomos a um lugar muito bonito, um complexo com muitas lojas e restaurantes e jantamos no Calypso Thai Restaurant – http://www.calypsocabaret.com/calypso-bangkok-news/calypso-thai-restaurant-and-traditional-dance . Durante o jantar, assistimos a um show de danças típicas e depois fomos ao teatro para assistir a mais um show de dança e performances de travestis, em sua maioria. Muito bonito e interessante.

Após o show, o grupo se dividiu. Uns voltaram para o hotel, outros foram fazer compras e a maioria optou por fazer massagem. Fiz parte do último e adorei. Massagem tailandesa é um pouco mais forte do que as anteriores. Foi muito divertido dividir o espaço com a Kátia. Nós ríamos muito e as meninas não entendiam nada do que falávamos nem a razão de tanta risada. Só sei que, quando eu sinalizei que precisava de massagem no abdômen porque estava com desconforto, só entendia que ela dizia “no good, no good” e nós seguimos sentindo dor e rindo. Não havia nada a fazer naquele momento.

A comida ficou a desejar para quem não gosta de pimenta porque é realmente muito apimentada para o nosso paladar. Já a massagem…. que coisa boa!

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Férias 2015 – Tailândia – Bangkok – 19 de junho

19/06/2015 – 6ª feira

Saímos bem cedo (7h) para aproveitarmos o dia.

Como eu tinha manifestado vontade de comprar faquinhas tailandesas para fazer carving, a guia, logo que chegou ao hotel, me presenteou com duas. Muito simpático da parte dela! Amei.

No caminho, vimos vários templos e salinas. Interessante ver pontos de venda de sal à beira da estrada. Pena que não paramos para conhecer e entender o processo e esse tipo de negócio.

Depois de pouco mais de uma hora, paramos numa fábrica de açúcar de coco. Por causa das calorias, que não são poucas, ficamos apenas na degustação. Que delícia! Não dava vontade de parar de comer. Bom, também, foi o salgadinho de jaca (Durian) – https://stinkyspikes.wordpress.com/2009/11/01/amazing-thailand-durian-chips-and-snacks-for-tourists/

Depois dessa parada, pegamos o barco para conhecer o mercado flutuante. Que aventura divertida! Apesar de sabermos que é seguro, a sensação é de que o barco pende para um dos lados e vai virar. Somado a isso, muitas vezes a velocidade dele parece ser maior do que gostaríamos. Depois dessa aventura, chegamos ao mercado flutuante Amphawa – http://www.bangkok.com/magazine/amphawa.htm# . Um passeio imperdível quando se está em Bangkok.

Depois de comer muita banana frita (uma delícia), coco frito (bom também), fazer comprinhas, passear no mercado local e ter a certeza de que engordamos uns dois quilos ali, fomos almoçar. E quem estava com fome depois de toda a comilança?

Fomos ao restaurante Venice, comida típica, que não deixou saudade.

Em seguida, visitamos o santuário Erawan – http://www.bangkok.com/shrines/erawan-shrine.htm – e o Templo Buda de Jade ( Wat Phra Kaew ou Temple of Emerald Buddha) – http://www.bangkok.com/attraction-temple/wat-prakaeo.htm

Que maravilha! Pena que muitos espaços não puderam ser fotografados por restrições locais. Quando havia permissão, nossas câmeras não conseguiram alcançar a grandeza do lugar. Eles vão ficar na lembrança de cada um.

De volta para o hotel, ainda tivemos um chá da tarde. Que loucura comer desse tanto!

À noite, ou seja, pouco mais de uma hora depois da nossa chegada, a programação contemplava jantar, show e massagem (opcional). Uns foram e outros preferiram ir ao shopping. Aderi ao segundo grupo porque não queria ver comida na minha frente e sempre acho importante conhecer um pouco de cada coisa.

O shopping ficava perto do hotel. Sua estrutura é um pouco diferente da que conhecemos. Nada que arrancasse suspiros. Só gostei de uma coisa e não consegui comprar porque estava sem Bath, não consegui trocar dólares pela moeda local e a loja não aceitava cartões. Numa loja ao lado do shopping consegui comprar as tão cobiçadas faquinhas de carving porque aceitaram cartão e me dei por satisfeita. Valeu.

Quem foi ao show gostou muito.

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