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Férias 2016 – Honshu – Kyoto – Jantar – 15 de junho

15/06/2016 – quarta-feira 

Kyoto –  Jantar – Hotel

O jantar desse dia iniciou nossa despedida.

O último com Tony, que se despediu da gente e foi para a Taiwan. Huang nos assumiu por inteiro. Foi aí que começamos a sentir que estava mesmo no fim. Que peninha! Estava tão bom!

 

Férias 2016 – Honshu – Kyoto – Osaka

16-06-2016 – quinta-feira

Saímos logo cedo para Osaka, nossa última parada no Japão.

Terceira cidade que visitamos na ilha de Hoshu, também não decepcionou. Eu a conhecia e, mais uma vez, tive aquela sensação de estar ambientada num lugar. Gosto disso.  

Uma das maiores do Japão, atrás somente de Tokyo e Yokohama, Osaka é a segunda cidade mais industrializada no arquipélago.

Ela foi fundada durante o Período Edo e está entre as mais antigas do país.

Osaka possui um vasto centro de compras, gastronomia variada e atrações diversas como templos e santuários seculares que a tornam uma cidade muito agradável de se conhecer.

Ficamos apenas dois dias, mas o suficiente para termos uma visão geral e conhecermos as atrações relatadas na sequência diária.

Fizemos alguns passeios e, como estávamos terminando nossa viagem, tivemos uma tarde livre para andarmos pela cidade.

Uma tarde livre!!! Maravilha! Comprinhas à vista, até que enfim, já que não tínhamos mais restrição de peso da bagagem, até então de 23 kg.

Fomos até o centro de compras Dotonbori. Uma delícia de lugar. É muito fácil andar por lá e é possível encontrar de tudo um pouco.

Facilidades à vista? Ledo engano! Só para quem tinha algo em mente para resolver tudo rapidamente.

Não fiquei frustrada porque na minha experiência anterior isso tinha acontecido e eu sabia como seria. A língua é uma barreira natural. Sem falar japonês, só dá para comprar o que está claramente explícito.

Compensação???? Saí de lá com uma sacola de chocolates!!!

 http://www.japaoemfoco.com/osaka-uma-bela-cidade-japonesa/

http://www.dotonbori.or.jp/ja/

Férias 2016 – Honshu – Osaka – 16 de junho

16/06/2016 – quinta-feira

Honshu – Osaka – Castelo de Osaka

Iniciamos nosso passeio pelo Castelo de Osaka. Ele se encontra numa área com cerca de um quilômetro quadrado, no interior do Parque Público do Castelo de Osaka (Ōsaka-jō kōen).

O edifício central possui cinco andares na parte exterior e oito no interior (servidos atualmente por um elevador). Foi construído por cima de uma alta fundação de pedra, de forma a proteger os seus ocupantes dos ataques que poderiam vir do exterior.

Ainda no complexo, há um museu, a grande arena coberta Ōsaka-jō Hōru e o Santuário Toyokuni, dedicado a Toyotomi Hideyoshi.

Depois de passar por danos relativos à guerra e incêndio, o castelo foi restaurado e as obras de recuperação foram concluídas em 1997. O Ōsaka-jō é uma reprodução concreta (com a adição de elevadores) do edifício original. No entanto, o interior não lembra um castelo japonês.

Do alto da torre, a vista da cidade é privilegiada.

Como chovia muito durante a visita, só exploramos o seu interior.

http://www.osakacastle.net/english/

 

 

Honshu – Osaka – Aqua Bus Aqua-Liner

Depois fomos fazer um passeio de barco. Muito interessante para se ter uma visão da cidade. Um dos destaques desse passeio fica por conta do sistema de adequação do barco. Para passar por baixo de algumas pontes, o teto desce bastante e é recomendado tomarmos cuidado para não batermos a cabeça.

É um tour que vale a pena porque dá para avistar o Castelo de Osaka, Nakanoshima, OBP (Osaka Business Park) e OAP (Osaka Amenity Park), entre outras atrações bonitas.

http://japan-highlightstravel.com/en/travel/shin-osaka/160006/

 

Honshu – Osaka – Tsurumi Ryokuchi Park

Como o tempo tinha melhororado, aproveitamos um pouco mais o passeio seguinte. Fomos ao Tsurumi Ryokuchi, um parque amplo que possui uma deslumbrante variedade de flores e de plantas.

Trata-se de um lugar muito bonito que merece uma visita.

http://pt.japantravel.com/osaka/tsurumi-ryokuchi-park/1687

Honshu – Osaka

Em seguida, voltamos para o hotel, jantamos e a única atividade possível foi “arrumar malas”. O que fazer? Férias chegando ao fim!

Ainda bem que a restrição de peso durante todo o tempo não permitiu aumento excessivo de bagagem. Tranquilo, apenas rotina.

 

 

Férias 2016 – Honshu – Osaka – Abeno Harukas – 17 de junho

17/06/2016 – sexta-feira

De malas prontas, saímos do hotel com a bagagem. No final do dia fomos direto para o aeroporto.

Nosso destino foi um misto de shopping com atrações diversas. A principal? Abeno Harukas, um exemplo de um espaço urbano multifuncional no céu. Que lugar!

Harukas é uma velha expressão japonesa que significa “para iluminar, para esclarecer”  Como seu homônimo sugere, Abeno Harukas encarna o “exhilation” de forma clara, porque se pode ter uma visão completa de Osaka a partir de seu último andar – 300 metros no ar.

Com suas instalações e serviços, o complexo oferece um ambiente luminoso e confortável aos visitantes, com o intuito de responder a todas as necessidades, prometendo a cada visitante um momento de relaxamento.

No Harukas, as opções de restaurantes são ilimitadas, tanto de comida japonesa como internacional. A proposta de transparência do edifício está presente inclusive nos restaurantes, onde os alimentos são preparados em cozinhas que mais parecem uma vitrine, com efeitos especiais.

A uns 100 metros do nível do solo, ele se localiza no centro financeiro de Osaka, na zona 21 Minato Mirai, uma área urbana que tem sido desenvolvida desde os anos oitenta.

Com um total de 60 andares e uma altura de 300 metros, é o edifício mais alto de todo o Japão, ultrapassando em apenas quatro metros o edifício Randomāku de Yokohama.

O Abeno Harukas tem um centro comercial que ocupa desde o piso da cave -2 até ao 14º piso. Nele, encontramos lojas de acessórios, perfumes, alimentação, mobiliário e outros artigos, a um preço razoável para os padrões deles. Para nós, nem tanto. No 16º piso encontra-se o Abeno Harukas Museum, que organiza exposições de arte ocidental contemporânea. As exposições são temporárias e variam segundo a época.

Entre os pisos 58 e 60, o Abeno Harukas possui um miradouro chamado “Harukas 300”. Trata-se de uma estrutura aberta ao ar livre com jardins e um café-bar onde se pode tomar algo e, se o tempo estiver bom, é possível ver uma paisagem espetacular da cidade de Osaka.

Foi essa a nossa última visão de Osaka e do Japão. Dali fomos para o aeroporto. Fim de férias para alguns e despedida do Japão para todos.

Sempre que viajo, penso que pode ser a minha última vez naquele lugar. E é com esses olhos que me despedi do Japão, já com uma pitadinha de saudade.

Não sei se voltarei. Acho que agora tive uma visão geral do seu povo e da sua cultura. No entanto, não descarto nenhuma possibilidade. Afinal….. Hiroshima…. Nagasaki…. ainda não foram vistas.

O que sei, nesse momento, é que valeu a pena ter ido. Poderia ter sido melhor? Será? Não sei. Cada momento foi muito bem aproveitado e único.

No papel e nos registros ficam as palavras, o que vimos e que todos podem ver. No coração e na mente ficam as lembranças e os sentimentos que, com certeza, estarão guardados para sempre.

Iniciar a volta para casa não é motivo de tristeza porque sabemos que é só mais uma etapa.

Não aprendi japonês nem passei a gostar de comida japonesa. Não passei fome nem deixei de entender sempre que precisei me comunicar.

Então… o que posso dizer, além de agradecer a Deus por mais essa oportunidade?

Acho que pode ser aquela palavrinha escrita nas faixas em cada despedida e que pode significar “Adeus” ou “Até à vista”. Por que não pensar que pode ser essa última?

Sayonara!

“Ser feliz não é ter uma vida perfeita, mas deixar de ser vítima dos problemas e se tornar autor da própria história.” Abraham Lincoln

“Eu construo a minha!” Regina Eid

http://www.japan-guide.com/e/e4026.html

Férias 2016 – Emirados Árabes – Dubai e Abu Dhabi – 18 a 21 de junho

Na volta, um grupo parou em Dubai e eu estava entre eles. Éramos 7. Darcy, Dorly, Walter, Márcia, Sílvia, Kátia e eu.

Programamos alguma coisa antes de irmos, providenciamos reserva de hotel e transfer. Como só tínhamos 3 dias na cidade, garantimos o passeio até Abu Dhabi para não perdermos tempo, já que ele nos tomaria um dia inteiro.

Embora cada um tivesse uma expectativa a respeito da cidade, fizemos muita coisa juntos porque estávamos no mesmo hotel.

 Um pouco do que vimos!

 18 e 19/06/2016 –  sábado e domingo

Dubai

 Chegamos por volta das 05h da manhã do dia 18 de junho.

Como já tínhamos visto, os trâmites de imigração foram rápidos. Depois de pegar a bagagem, encontramos o guia que havíamos contratado para nos levar até o hotel  Holliday Inn Al Barsha. Muito bom, café da manhã excelente, atendimento também e localização ótima. Muito próximo do Shopping Emirates.

Fizemos check in e fomos direto para o quarto, conforme havíamos combinado com a agência aqui do Brasil.

 Para começar a explorar a cidade, optamos por comprar o passe do Big Bus, com validade por 2 dias, e começamos nosso passeio pela cidade sob um calor intenso.

Falando assim, pode parecer muito ruim, mas não é. O ar condicionado funciona em quase todos os lugares. Até ponto de ônibus possui sistema de refrigeração.

O Big Bus fazia dois tipos de percurso e podíamos desembarcar e embarcar como quiséssemos ao longo deles.

Exploramos o máximo que pudemos e isso incluiu passeio completo pela cidade, passeio de barco e tour noturno.

Foi o que fizemos nos dois primeiros dias.

 

 

Férias 2016 – Abu Dhabi -20 de junho

20/06/2016 – 2ª feira

Nosso terceiro dia foi dedicado a um tour até Abu Dhabi, já contratado por aqui com o pacote do hotel.

Saímos cedo, em grupos diferentes, porque compramos diferentes tipos de pacote, embora para o mesmo local.

No caminho, fomos observando a paisagem. Apesar de estarmos no deserto, vimos árvores plantadas, irrigadas por um sistema próprio.

Nossa primeira parada foi na Sheikh Zayed Grand Mosque, a grande mesquita. Que stress!!! Eu achei que estava vestida adequadamente: calça comprida e blusa de manga. Ledo engano! Fui barrada pelo guarda porque parte do meu punho aparecia. Só consegui entrar porque o Walter, gentilmente, foi comprar uma burca para mim. Aí o stress passou e eu adorei. Quase agradeci ao guarda pelo incentivo. Só não fiz isso porque ele não estava com cara de bons amigos e poderia não me deixar entrar.

Tive meu dia de muçulmana! Foi ótimo conhecer a mesquita vestida a caráter. Kátia e Walter entraram sem problemas. Depois ficamos sabendo que os demais também não foram barrados.

Que lugar lindo! Valeu o investimento!

http://visitabudhabi.ae/en/see.and.do/attractions.and.landmarks/iconic.landmarks/sheikh.zayed.grand.mosque.aspx

http://www.szgmc.ae/en/

 Depois fomos almoçar no hotel Crowne Plaza. Que comida deliciosa! Com sistema de buffet, tinha de tudo para todos os gostos.

https://www.ihg.com/crowneplaza/hotels/us/en/abu-dhabi/auhua/hoteldetail?

 Depois do almoço, demos uma volta rápida pela cidade. Deu para ver que é uma cidade interessante e só. Foi tudo muito rápido. Não deu para registrar na mente nem nas fotos.

No caminho de volta, paramos no complexo Ferrari World.

Bonito, com muitas coisas para ver e fazer. Fizemos pouco. Só tomamos um suco e conhecemos a pista onde ocorre a Fórmula 1. Aliás, maravilhosa.

 https://ferrariworldabudhabi.com/

 Continuamos a volta para Dubai sem pararmos.

Esse passeio tomou quase o dia todo.

À noite, depois do banho, fomos ao Dubai Mall Que shopping! Mais de 1000 lojas! Deve ser o maior do mundo! Uma maravilha! A primeira coisa que fizemos foi ver o show das águas dançantes. Muito bonito, por sinal, apesar de que eu já vi melhores.

Jantamos por lá.

Na volta, decidimos conhecer o metrô, já que nosso hotel estava próximo a uma estação.

Que furada! Parecia que estávamos voltando a pé para o hotel. Só não foi pior porque estávamos no ar condicionado. Se fosse na rua, não aguentaríamos, com certeza.

Serviu de experiência e para registrar aqui que não é a melhor opção. Só valeu para conhecer o sistema e um pouco mais da cultura. Os homens que estavam próximos queriam que eu sentasse de qualquer jeito. Uma gentileza no trato com as mulheres. Caso raro por aqui.

 https://www.youtube.com/watch?v=1XnYjReHyT0

 

Férias 2016 – Emirados Árabes – Dubai e Abu Dhabi

Um pouco mais

Dubai é uma cidade interessante por sua riqueza e seus contrastes e Abu Dhabi parece ser um lugar que merece maior exploração. Do muito que sabemos, tentamos conhecer o que deu tempo. Vimos pouco, mas o suficiente para termos uma visão geral da cidade.

Se gostamos? Eu adorei.

Com cerca de 2,2 milhões de habitantes, Dubai está localizada no meio do deserto da Arábia e é um exemplo de cidade planejada, que foi se modernizando com o tempo, sem abrir mão do seu planejamento. Ela faz parte de um conjunto de sete Cidades-Estados que formam os Emirados Árabes Unidos (EAU), sendo elas Abu Dhabi, Sharjah, Ajman, Umm al-Quwain, Ras al-Khaimah, Fujairah e Dubai.

Sob um sol escaldante e uma temperatura de 40 graus, pude conhecer um pouco dessa cidade que tem diversão em abundância para agradar aos turistas.

Tudo na região é grande. Tem a Grande Mesquita, o maior shopping do mundo, o maior prédio do mundo (Burj Al Khalifa), um conjunto de ilhas artificiais (Palm Jumeirah e Palm Jebel) em formato de palmeiras (Palm Islands), um arquipélago artificial (The World) que, visto de cima, lembra o mapa-múndi e um campo de golfe totalmente coberto e refrigerado. Por falar em refrigeração, tem até pontos de ônibus fechados, com ar condicionado. Também não faltam grifes internacionais, luxo e um comércio de especiarias e de ouro (Golden Souk). Muito fácil se perder nos labirintos que são as ruas de Bur Dubai e Deira nas margens do Creek, encher os olhos na Marina de Dubai e viver as emoções dos parques temáticos e das inúmeras outras atrações.  Para turistas, um espetáculo que merece ser visto e vivenciado.

Compras? Nenhuma pechincha, apesar de a cidade ser livre de impostos, exceto durante o Dubai Shopping Festival, normalmente entre 20/01 e 20/02, quando as promoções podem chegar a descontos de até 75%.

No entanto, o que me causou a maior admiração foi ver a capacidade de o homem fazer brotar vida no deserto.

De Dubai a Abu Dhabi, ao longo da estrada, em pleno deserto, há tamareiras plantadas, irrigadas uma a uma, dando frutos. Dubai tem água em abundância e o modo de vida na cidade em nada lembra um deserto.

Apesar de seu custo de vida alto, recebe muitos turistas ao longo do ano.

Estivemos lá durante o Ramadã, o que possibilitou, além de conhecer a cidade, aprender um pouco sobre a cultura local.

Para os muçulmanos, a religião é coisa séria e as tradições são seguidas. Até os turistas precisam respeitar os costumes, que se intensificam durante o Ramadã. Por exemplo, não é permitido comer nem beber água em locais públicos durante o dia, enquanto dura o jejum dos muçulmanos. Já as manifestações de carinho entre casais, álcool e jogo são sempre proibidos. 

Por falar em casais, a população masculina é significativamente maior do que a feminina. Caso raro! E sugestivo, também, a quem possa interessar.

 Assim, o tempo passou.

Depois de três intensos dias, terminamos nossa estadia na cidade e nossas férias.

Não vimos tudo que queríamos nem poderia ser diferente. Impossível fazer isso nesse curto espaço de tempo. Pretendo, sempre que der, fazer um stopover, quando viajar pela Emirates. Para ficar mais tempo, só numa época mais fresca, um fevereiro qualquer, quem sabe!

 Enfim, passear é bom ….voltar é melhor. 

 Quando isso acontece, agradeço novamente a Deus pela oportunidade de realizar mais um sonho e de poder compartilhar o que vi.

 “Uma viagem jamais termina, pois a jornada sempre vai fazer parte de nós”. (Autor desconhecido)

 Até a próxima!

Regina Eid

 

 

 

 

 

 

Férias 2016

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Está chegando a hora!!!

Férias 2016Japão e Dubai – de 03 a 21/06/2016

Em 2013 resumi minha ida ao Japão da seguinte forma:

Valeu ir para o Japão. Foi uma viagem de reconhecimento de terreno, eu diria. As coisas que mais chamaram a minha atenção foram a cultura, a educação, a civilização. ……. Saímos do Japão com uma sensação de quero mais e a de que muita coisa pode ser diferente. ……. No fim da viagem, já estávamos falando que precisaríamos ficar pelo menos 3 dias em cada lugar, que faltou tempo em Tokyo, que precisávamos conhecer Hokkaido, Hiroshima e Nagasaki. Enfim, essa é outra história. Quem sabe….” Continue lendo “Férias 2016”